Integra Automação Industrial

Software · Infraestrutura OT · Revisado em 10 de junho de 2026

FactoryTalk Security

Segurança, autenticação, autorização e políticas de acesso para aplicações FactoryTalk e ambientes industriais integrados.

FactoryTalk Security organiza quem pode ver, operar, configurar e alterar sistemas Rockwell. A Integra conecta essa camada a usuários, grupos, AD, estações e processos de mudança para criar rastreabilidade sem travar a operação.

Referência técnica pública

FactoryTalk Security é uma camada do defense-in-depth, não um produto isolado

Defense-in-Depth - anéis concêntricos: Policies/Procedures, Physical, Network, Computer, Application, Device

Print público do CVD Cisco/Rockwell: defense-in-depth é estratégia em anéis (políticas → física → rede → computador → aplicação → dispositivo). FactoryTalk Security operacionaliza as camadas de aplicação e dispositivo.

Fonte: Cisco + Rockwell Automation - Deploying CIP Security within a Converged Plantwide Ethernet Architecture

Onde entra

Quando faz sentido considerar

A decisão técnica depende do processo, da arquitetura existente e do risco operacional. Estes são os cenários mais comuns em que o tema aparece.

01

Separação de permissões entre operação, manutenção, engenharia e administradores.

02

Rastreabilidade de ações e alterações em sistemas FactoryTalk.

03

Integração com Active Directory e políticas de acesso industrial.

04

Redução de contas compartilhadas e permissões excessivas.

Método Integra

Como transformamos tecnologia em entrega mantível

A tecnologia é só uma parte. O que sustenta a planta é a combinação de diagnóstico, arquitetura, configuração, teste e documentação.

Mapeia perfis de usuário, ações permitidas e exceções operacionais.

Configura grupos, políticas, permissões e integração com AD quando aplicável.

Testa cenários de login, troca de turno, emergência e indisponibilidade.

Documenta procedimento de manutenção e revisão periódica de acesso.

Entregáveis típicos

  • Matriz de permissões por função.
  • Configuração FactoryTalk Security documentada.
  • Integração com AD e grupos industriais.
  • Procedimentos de revisão de acesso.
  • Evidências de teste por perfil de usuário.

Softwares, normas e referências

  • FactoryTalk Security Autorização
  • Active Directory Identidade
  • IEC 62443 Controle de acesso
  • Audit Trail Rastreabilidade

Perguntas de engenharia

Posso manter usuário compartilhado na operação?
Pode parecer prático, mas reduz rastreabilidade. Quando necessário, precisa ser exceção documentada, não padrão invisível.
Segurança atrapalha startup?
Atrapalha quando é deixada para o fim. Quando entra no projeto, os perfis e exceções são testados antes da partida.
FactoryTalk Security é obrigatório?
Não obrigatório por norma, mas é a forma estruturada de aplicar IEC 62443 dentro do ecossistema Rockwell. Sem FT Security, autorização vira improviso por aplicação, antipadrão de governança OT.
Quantos usuários FactoryTalk Security suporta?
Centenas de usuários e grupos sem problema; a limitação prática vem da gestão (revisar permissões, expiração, auditoria). Por isso integramos com AD industrial e usamos Roles em vez de usuário individual.
FT Security registra log de quem fez o quê?
Sim, via FactoryTalk Diagnostics e AssetCentre. Toda mudança de configuração, login, alarme, comando crítico fica logado com timestamp, usuário e estação. Esses logs alimentam SIEM corporativo quando integrado.
Como migrar de modelo de senha compartilhada para FT Security?
Por etapas: inventariar acessos atuais, definir matriz de roles, criar grupos AD, integrar FT Directory ao AD, treinar operação, e migrar aplicações por área. Cutover faseado evita resistência operacional e bloqueio acidental.

Quer avaliar FactoryTalk Security na sua planta?

Começamos pelo contexto real: arquitetura existente, risco operacional, janelas de parada, equipe de manutenção e entregáveis necessários para sustentar o sistema.